Juiz de Fora > Colégio Santa Catarina

O colégio foi construído no início do século XX, por iniciativa da Congregação Santa Catarina, fundada na Rússia. Chegou no Brasil em 1897, convidada para ministrar aulas na colônia alemã de Petrópolis.

As primeiras irmãs desembarcaram em Juiz de Fora em 1900 a pedido
do vice-consul alemão George Francisco Grande, preocupado com a falta
de professores para os filhos dos colonos católicos alemães da cidade.
A primeira escola alemã, construída pela Companhia União e Indústria,
ficava no atual bairro Fábrica. As irmãs deram aulas até 1907,  neste local, quando tiveram que abandonar o prédio, devido a uma disputa entre os padres redentoristas e o Culto Católico da ex-colônia Pedro II, pela posse
da igreja e do cemitério da Glória.

A Congregação Santa Catarina adquiriu um amplo terreno no morro da Gratidão ( atual rua dos Andradas), onde construíram o Colégio Santa Catarina. Enquanto isso, as freiras deram aulas em dois outros locais:
na Escola Agrícola, onde fundaram uma escola paroquial e no antigo
Colégio Andrés.

O colégio Santa Catarina foi construído pela Companhia Pantaleone Arcuri & Spinelli e foi inaugurado em 1909.

Com seus tijolinhos coloridos que lembram mosaicos, o prédio tem uma arquitetura harmoniosamente renascentista italiana e romântica.

O colégio sofreu ampliações, com a construção de anexos em 1920 e 1930.
A capela foi inaugurada em 1940, foi projetada por Emelindo Spigolon e construída pela firma José Abramo.

Os prédios foram tombados pelo patrimônio municipal em 25 de fevereiro de 1988, sendo excluídas outras ampliações realizadas em 1960,1970 e 1973 que não acompanharam o conjunto arquitetônico formado pelas
construções anteriores.

Obs. de Ricardo. Tenho que acrescentar que minhas irmãs, primas e até tias estudaram neste colégio e, me lembro, quando aos domingos íamos com meus pais visitá-las, pois estudavam como alunas internas, e também
quando tinha apresentação de trabalhos e exposições.

www.santacatarinajf.com.br

Fonte: Tribuna de Minas, Arquivo Pessoal,Marcos Neves no livro História em Dois Tempos

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